Sabia que dor de amor realmente existe?

A dor é a causa e não um sintoma, é preciso levá-la a sério

Para quem já derramou muitas lágrimas após o término de um relacionamento ou já passou por pelo menos uma grande decepção amorosa a pergunta a cima é fácil de ser respondida. “Amor, quando não correspondido, dói, e dói muito”, afirma a estudante Caroline Aranha, que assim como outras tantas adolescentes fala sobre suas decepções amorosas em uma das comunidades sobre o assunto da rede social Orkut. Mas a questão é, será que patologicamente não existe mesmo uma dor resultante dos problemas relacionados a esse sentimento tão intenso que é o amor?

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Segundo a médica e diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Fabíola Peixoto Minson, dor de amor existe. “O sentimento de tristeza profunda gera dor física, que leva ao sofrimento psicológico. Este, por sua vez leva a dor em um círculo vicioso”. A médica ainda alerta para o fato de que é preciso considerar a dor como algo extremamente importante, “já que ela é a causa e não um sintoma de um problema”, disse.

Para a psicóloga Sofia Morais, a dor também é considerada como uma patologia, e como toda doença é possível de ser tratada. “Compartilhar as experiências vividas com outras pessoas, mesmo que seja virtualmente, é uma ótima maneira de organizar os pensamentos e, consequentemente, as dúvidas e conflitos que a pessoa traz dentro de si”, afirmou.

Já a terapeuta Thais Accioly propõe outra solução. “O amor em si não dói, é cura e equilibra. O que causa dor é o final de um relacionamento ou a não realização de um sonho, ou ainda, o orgulho ferido e a decepção, portanto, na causa está a própria cura. É através do amor que podemos curar essa dor”, disse.

Elas preferem homens mais novos, saiba o porquê

Um tema tem sido frequente nas tramas globais e mesmo nos seriados: mulheres que se relacionam com homens mais novos. Em Passione é a personagem de Maitê Proença que busca amantes mais jovens e, na recém lançada Ti-ti-ti é Guilhermina Guinle quem tem um caso com o sócio, alguns anos mais novo que ela.

Mas na vida real as coisas divergem um pouco dessa história apresentada na ficção. Os relacionamentos entre mulheres mais velhas e homens mais novos realmente acontecem, mas de uma maneira um pouco mais séria que a apresentada nas novelas. Enquanto na telinha da TV os meninos mais moços aparecem apenas como amantes ocasionais, na vida real eles assumem posturas que muitas vezes os mais velhos não querem mais ter.

É o caso de Ana, que tem 40 anos e é casada com Leandro de 28, com quem tem uma filha de um ano:

“No inicio , levei a história mais como uma diversão, uma brincadeira. Rolava aquele preconceito de andar com um garotão, achava que todo mundo ia nos olhar e falar: “olha a tia lá pagando um garotão pra desfilar” ou ainda “olha o cara dando o golpe do baú”. Mas aos poucos fui relaxando e percebi as coisas boas de um relacionamento onde se tenha uma boa diferença de idade. Os homens mais novos são mais leves, desencanados, divertidos e nos fazem ver a vida com menos seriedade… Vivem um dia de cada vez.

É claro que tem dias que as diferenças aparecem, em coisas bobas como decidir que roupa  usar num evento social até que contas reduzir no orçamento familiar. Hoje faço parte do time das mulheres que preferem a leveza dos mais novos à chatice dos corôas. E viva Suzana Vieira, Ana Maria Braga e todas as outras que tenham coragem!”

Isabel também partilha de uma história semelhante, namorou um homem 15 anos mais jovem que ela e diz que prefere os mais novos porque têm a mente mais aberta, fôlego para acompanhar na balada, nas compras, na praia, em esportes radicais.

“Normalmente ficam encantados em descobrir coisas ao nosso lado, em aprender coisas que pra nós já são velhas conhecidas. Tem alguém pra discutir assuntos interessantes e ensinar a mexer em equipamentos eletrônicos.”

Já Estefânia diz que  o bom de namorar homem mais novo é que, como somos mais velhas, parece que eles se esforçam mais para nos agradar, parece que eles se preocupam em nos perder, são mais inseguros.

“Não me arrependo de nada e o pior é que todos os casos que tive depois do término também foram com homens mais novos. Parece que não consigo me desprender desse tipo de relacionamento. Tudo bem que tenho aparência de mais nova, mas como sou muito festeira, acho que inconscientemente preciso de alguém com energia, que não me faça ficar presa em casa.”

Finaleira da balada realmente deixa as pessoas mais bonitas

Uma pesquisa da Universidade de Macquarie, em Sidney, na Austrália constatou que o efeito das horas numa festa pode mesmo fazer aquele moço meia boca parecer um deus grego. E não é por conta daquele ditado que diz que não existe ninguém feio, você que bebeu pouco. De acordo com os pesquisadores que observaram 87 voluntários por uma noite inteira num bar, o principal fator na mudança de julgamento estético é a comparação, ou a falta dela.

É que conforme as horas passam, os olhos vão se acostumando com a paisagem ao redor e o que antes parecia feio vai se tornando menos agressivo visualmente. E nem é culpa do desespero de alguns que saem à noite para caçar. O efeito da exposição prolongada acontece também com quem está comprometido e não procura companhia.

O resultado também apontou que o fato de menos pessoas estarem no bar na finaleira da balada também exerce influência. Nossa dica é: na dúvida, volte pra casa cedo e evite cair nessa armadilha comportamental.

Gestação: Diagnostico e as queixas mais frequentes

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A maioria das queixas apresentadas a seguir diminui ou desaparece sem o uso de medicamentos.

Os medicamentos devem ser evitados ao máximo.

Caso essas queixas não desapareçam ou sejam persistentes podem ser manifestações de doenças mais complexas.

Náuseas e vômitos

São comuns no início da gestação. Quando ocorrem no final da gestação podem estar associados a doenças importantes, devendo ser sempre comunicado ao seu médico.

As orientações para a gestante são as seguintes: fraccionar a dieta (comer mais vezes e menos a cada vez), evitar frituras, gorduras e alimentos com cheiro forte ou desagradável; evitar líquidos durante as refeições e ingerí-los de preferência nos intervalos.

Quando os sintomas forem muito freqüentes seu médico irá avaliar a necessidade do uso de medicações.

Pirose – azia – queimação

É comum a partir do segundo trimestre da gestação. Geralmente melhora com dieta fraccionada, diminuindo as frituras, café, chá, pimenta,vinagre,frutas acidas (laranjas), álcool e fumo.

Medidas gerais como não deitar após as refeições e elevar a cabeceira do leito também são benéficas.

A critério médico, a gestante poderá fazer uso de medicamentos.

Sialorréia - excesso de saliva

Muito comum no início da gestação, orienta-se deglutir a saliva e seguir mesmo tratamento indicado para náuseas e vômitos.

Fraquezas e desmaios

Podem acontecer após mudanças bruscas de posição e também quando a gestante ficar sem se alimentar.

Gestantes não devem fazer jejum prolongado.

Geralmente deitar de lado (esquerdo preferencialmente) respirando calma e profundamente melhora a sensação de fraqueza e desmaio.

Hemorróidas

São comuns principalmente nos últimos três meses de gestação, após o parto e também em gestantes que já apresentavam o problema antes da gravidez.

As gestantes devem procurar manter o hábito intestinal regular (manter o intestino funcionando bem). Sempre que as fezes estiverem endurecidas, causando dificuldade para evacuar, as hemorróidas podem sangrar ou doer.

Dietas ricas em fibras e a ingestão de líquidos auxiliam o funcionamento dos intestinos.

Corrimento vaginal

O aumento do fluxo vaginal (leucorréia, corrimento) é comum em gestantes. O fluxo vaginal normal não causa coceira, mau cheiro, ardência ou dor nas relações.

Consulte seu médico se apresentar os sintomas acima.

Quando ocorre ruptura da bolsa das águas (um dos sinais de parto) a paciente pode referir aumento do corrimento vaginal. É sempre necessário avisar seu médico quando houver suspeita de ruptura da bolsa com saída de líquido amniótico.

Queixas urinárias

O aumento do número de micções é comum na gestação, principalmente no início e no final da gestação por aumento uterino e compressão da bexiga. Como a infecção urinária é mais comum em gestantes, sempre que houver ardência para urinar, dor, sangue na urina ou febre seu médico deve ser comunicado.

Falta de ar – dispnéia – dificuldade para respirar

O aumento do útero e o aumento da freqüência respiratória da gestante podem ocasionar esses sintomas. Geralmente o repouso, deitada de lado, alivia a sensação de falta de ar. Se houverem outros sintomas associados (tosse, febre, inchaço) pode haver doença cardíaca ou respiratória associada.

Dor nos seios

Os seios aumentam de volume durante a gestação o que freqüentemente causa dor.

A gestante deverá usar um sutiã com boa sustentação. O exame nos seios geralmente descarta problemas mamários mais graves.

Dor nas costas – dor lombar – dor articular

Durante a gestação as articulações ficam com maior mobilidade e isto freqüentemente ocasiona dores nas costas e em articulações como o joelho e o tornozelo.

As gestantes geralmente têm uma postura que provoca dores nas costas (aumento da lordose lombar – colocar a barriga para frente e o quadril para trás). O aumento excessivo de peso também aumenta a incidência de dores osteoarticulares.

Como prevenir:

evitar aumento excessivo de peso
fazer exercícios regularmente
manter uma postura adequada
evitar uso de saltos altos e desconfortáveis

Dor de cabeça – cefaléia

Dores de cabeça mais freqüentemente estão associadas a tensões, conflitos e temores, entretanto podem estar associadas a doenças mais sérias. Sempre deve ser afastada a presença de pressão alta. Seu médico avaliará a necessidade do uso de medicações.

Sangramento nas gengivas

Durante a gestação é mais comum o sangramento de mucosas (nasal, gengival) pois, além de uma maior vascularização nas mucosas, seus pequenos vasos sangüíneos ficam mais frágeis. A causa mais freqüente de sangramento gengival é a inflamação crônica da gengiva.

A gestante deve escovar os dentes com escova macia, massagear a gengiva e passar fio dental. Esse sintoma deve ser relatado a seu médico (ocasionalmente pode estar associado a outros problemas da coagulação do sangue) e ao dentista.

Edema na pernas – inchaço

Principalmente no final da gestação ocorre inchaço de membros inferiores. Quando não estiver associado à perda de proteínas na urina e à pressão alta geralmente reflecte o acúmulo de líquido característico da gestação.

Existem posições que dificultam o retorno venoso (volta do sangue das pernas para o coração). Gestantes com edema não devem ficar em pé (paradas) ou sentadas durante muito tempo. É recomendável exercitar as pernas (caminhar).

O edema diminui na posição deitada (preferencialmente sobre o lado esquerdo) e também com a elevação das pernas acima do nível do coração.

Outra medida importante é retirar anéis dos dedos da mão, pois ocasionalmente ocorre edema nas mãos e dificuldade de retirada desses adornos.

Cãibras

Podem ocorrer durante a gestação, geralmente após excesso de exercício.

Quando ocorre, o músculo deve ser massajando, podendo-se aplicar calor no local.

Cloasma gravídico
– manchas no rosto – asa de borboleta no rosto

Manchas escuras na pele podem ocorrer durante a gestação. Essas costumam diminuir em até 6 meses após o parto, entretanto em algumas mulheres persistem.

São manchas semelhantes àquelas que ocorrem pelo uso de anticoncepcional oral. Gestantes que apresentam essas manchas devem evitar a exposição ao sol.

Estrias

As estrias são resultado da distensão dos tecidos. Modo eficaz de preveni-las não existe. Não engordar muito é importante para diminuir sua incidência, entretanto existe predisposição individual a apresentar estrias.

Ainda que controverso, recomenda-se massagem com substâncias oleosas nos tecidos mais propensos a estrias (abdômen, seios e coxas).

Seu médico poderá lhe indicar um creme para massajar a pele.

Sobre o mamilo não devem ser aplicados cremes. As estrias são inicialmente arroxeadas e com o tempo ficam branquicentas.

Na vida da mulher, o diagnóstico da gestação é aquele que provoca as maiores emoções: desde alegria e bem estar intensos até a tristeza profunda e sensação de desamparo. Qualquer médico que atenda mulheres em idade reprodutiva deve sempre se perguntar: Ela está grávida? O não reconhecimento da gestação freqüentemente leva a diagnósticos e tratamentos inadequados.

É importante que o médico diagnostique a gestação precocemente. Confirmado o diagnóstico a gestante deverá iniciar o pré-natal e possíveis agentes maléficos ao binômio mãe-feto serão afastados (medicações, ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, manipulação de alguns produtos químicos, etc.)

Sintomas e sinais de gravidez

O atraso menstrual é o achado que mais freqüentemente levanta a suspeita de gestação. A ausência da menstruação prevista é o primeiro indício de que possa haver a concepção. Entretanto, pacientes com menstruações irregulares, muitas vezes só suspeitam de gestação quando aparecem outros sintomas como náuseas e vômitos, aumento do volume e dolorimento das mamas, aumento da freqüência urinária, aumento de peso, aumento do volume abdominal e, mais tardiamente, com a sensação dos movimentos fetais.

Ao exame da mulher com atraso menstrual alguns sinais são altamente sugestivos de gestação: aumento do volume uterino e amolecimento do útero ao exame de toque.

Quando existir suspeita clínica de gestação, solicitam-se provas laboratoriais que detectam a gravidez, como a gonadotrofina coriônica humana (hCG).

Testes de gravidez

Todos os testes de gravidez utilizados visam identificar a gonadotrofina coriônica humana (hCG) produzida logo após a fecundação e implantação do óvulo ao útero. A determinação deste exame, na urina ou no sangue, é a forma mais utilizada para o diagnóstico precoce da gestação. A produção de hCG é o sinal que o embrião lança na circulação para que o organismo materno reconheça a gestação.

Os níveis de hCG na gestação normal podem ser dosados pouco tempo após a implantação, aumentam pelo menos 66% a cada 48 horas, alcançando o pico máximo entre 50 e 75 dias de gestação. No segundo e terceiro trimestre da gestação os níveis são mais baixos. A presença de gonadotrofina coriônica na circulação torna o diagnóstico de gestação muito provável, entretanto o diagnóstico de certeza necessita de algum dos três sinais positivos de gestação:

1. Presença de batimentos cardíacos fetais (BCF)
Os batimentos cardíacos fetais podem ser identificados por um aparelho chamado sonar a partir de 10 a 12 semanas de gestação e com o estetoscópio com 17 a 19 semanas. Deve-se ter cuidado à ausculta para não confundir os BCF com a pulsação materna. Os BCF estão entre 120 e 160 batimentos por minuto e a freqüência cardíaca materna é bem inferior.
2. Identificação, pelo médico, dos movimentos fetais
Após a 20ª semana de gestação os movimentos fetais podem ser sentidos pelo examinador que coloca a mão sobre o útero materno. Quando a gestante for obesa a percepção dos movimentos fetais é mais tardia.
3. Visualização do feto
A identificação do feto pode ser realizada por ecografia via transvaginal ( a partir da 6ª semana de gestação) ou via abdominal (a partir da 8ª semana de gestação). Antes da existência da ecografia, a visualização fetal só podia ser realizada a partir da 16ª semana de gestação através do Rx quando ocorre a calcificação do esqueleto fetal.
A ecografia transvaginal é muito utilizada para o diagnóstico precoce da gestação, bem como de suas anormalidades.

O diagnóstico de gestação não é difícil de ser confirmado, depende fundamentalmente do médico e da paciente cogitarem a possibilidade. É comum nos depararmos com pacientes que realizaram investigação do trato gastrointestinal por intolerância alimentar, náuseas e vômitos quando na realidade estes sintomas estavam relacionados a uma gestação inicial que não foi cogitada.

O diagnóstico diferencial de gestação deve ser realizado sempre que alguns sinais e sintomas clínicos estiverem presentes: quase todos os distúrbios menstruais, sintomas gastrointestinais – dores abdominais, cólicas, náuseas, vômitos, inapetência ou aumento do apetite, intolerância a alguns alimentos -, aumento da necessidade de sono, distúrbios do humor, aumento ou diminuição de peso, aumento do volume abdominal, hipersensibilidade mamária, dores abdominais e pélvicas, corrimento vaginal, aumento da freqüência urinária, noctúria, etc.

Na maioria da situações, a anamnese, realizada com interesse e atenção, e o exame clínico-ginecológico cuidadoso excluem ou confirmam o diagnóstico de gestação. Entretanto, sempre que houver dúvida diagnóstica, a dosagem do hCG e/ou a realização da ecografia transvaginal não deverá ser prescindida.